Natal(RN), Quarta-Feira, 28 de Janeiro de 2015

    janeiro28

    Brasil não paga ONU, perde direito a voto e teve sua credibilidade afetada

    Com recursos reduzidos para sua política externa, o Brasil perdeu o direito de votos em instituições internacionais, sofreu derrotas em eleições para cargos, foi excluído do comando das missões de paz e teve sua credibilidade de potência emergente afetada.

    No total, a dívida do País com as agências da ONU soma R$ 662 milhões (cerca de US$ 258,6 milhões) e os efeitos já começaram a ser sentidos.

    Na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o Brasil perdeu seu direito de voto desde o dia 1.º de janeiro de 2015 depois de acumular uma dívida de US$ 35 milhões, segundo os dados oficiais.

    O Itamaraty não paga suas contas desde 2012. Na semana passada, o Estado revelou que, diante de uma dívida de US$ 6 milhões e dois anos sem fazer contribuições financeiras, o Brasil também perdeu o direito ao voto na assembleia das partes do Tribunal Penal Internacional.

    Por isso, o Itamaraty não pode eleger juízes e nem votar sobre o orçamento da entidade. Para restabelecer seus direitos na AIEA, basta o Brasil depositar US$ 4 milhões nas contas da entidade. Mas, por enquanto, não há sinal do governo de que o montante será pago.

    Em Viena, na sede da entidade, o Brasil já foi excluído de votações importantes sobre a questão nuclear do Irã, país que justamente viu a mediação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar fechar um acordo, em 2010.

    Impacto

    A suspensão do Brasil também pode ter um impacto para os interesses do País. Uma vez construídos os submarinos nucleares brasileiros, o governo terá de submeter à AIEA uma proposta de salvaguardas para garantir a proteção dos segredos industriais dos aparelhos. Mas, sem poder votar, não teria como atuar em uma resolução sobre o Brasil.

    Outro impacto pode ser o corte de projetos da AIEA no Brasil. Para 2016 e 2017, a agência aprovou cinco programas de cooperação nos campos de saúde e agricultura, justamente para desenvolver a tecnologia nuclear nessas áreas. Com a falta de contribuições nacionais, esses projetos devem ser revistos.

    Na Unesco, o Brasil perderá seu direito ao voto nas decisões da entidade a partir de maio. O Itamaraty acumula uma dívida de US$ 23,8 milhões e o último depósito feito nas contas da entidade em Paris foi em 3 de maio de 2013.

    Na Organização da ONU para o Desenvolvimento Industrial (Unido), o Brasil foi obrigado a negociar um plano de pagamento das dívidas, que chegam a US$ 15 milhões.

    Na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Brasil não pagou sua cota de 2014 e acumula uma dívida de US$ 15 milhões.

    Já no fundo da ONU para financiar as Operações de Paz, o Itamaraty somava até o final de dezembro uma dívida de US$ 87 milhões.

    Nos últimos anos, o Brasil assumiu o comando das tropas da ONU no Haiti, mandou militares ao Congo e ao Líbano, mas, internamente, a entidade optou por buscar novos parceiros para comandar tropas pelo mundo.

    A dívida do Brasil ainda soma outros US$ 76,8 milhões à secretaria da ONU.

    A crise no pagamento das cotas brasileiras ocorreu após a ONU modificar os critérios de contribuições e elevar a participação dos países emergentes na conta final da entidade.

    Questionado pela reportagem sobre o não pagamento de suas contribuições obrigatórias e sobre o impacto da perda do direito ao voto, o Itamaraty não se pronunciou até a conclusão desta edição. ( O Estado de S. Paulo)

    publicidade
    DNA Center

    janeiro28

    RN é o quarto estado com a pior desigualdade de renda do país, segundo o IBGE

    Foto: Divulgação/Embratur

    Levando em conta os rendimentos conquistados pela população em idade ativa, o Distrito Federal possui as piores taxas de desigualdade de renda do país, segundo levantamento de EXAME.com com base nos dados da Pesquisa Nacional de Domicílios (Pnad 2013), do IBGE.

    No estado, o índice de Gini (que mede a concentração de renda em uma dada população) é de 0,570.

    O índice de Gini varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade de renda.

    Na outra ponta, Santa Catarina ocupa o posto de estado mais igualitário do Brasil, com 0,438 no índice de Gini.

    No Brasil, o índice de Gini é 0,501, bem no meio do caminho entre desigualdade e igualdade.

    Veja quais são os 10 estados brasileiros mais desiguais:

    1º - Distrito Federal (Gini: 0,524)
    2º - Sergipe (Gini: 0,554)
    3º - Bahia (Gini: 0,537)
    4º - Rio Grande do Norte (Gini: 0,524)
    5º - Piauí (Gini: 0,516)
    6º - Maranhão (Gini: 0,515)
    7º - Paraiba (Gini: 0,508)
    8º - Rio de Janeiro (Gini: 0,503)
    9º - Tocantins (Gini: 0,501)
    10º - Roraima (Gini: 0,500)

    publicidade
    escola_escritorio

    janeiro28

    Municípios têm até hoje para solicitar o Mais Médicos

    Nesta nova edição do programa Mais Médicos, 1.500 prefeituras poderão solicitar ao governo profissionais para prestar atendimento clínico na rede pública de saúde. A adesão pode ser feita até hoje (28), no site do programa.

    Estão aptas a aderir as prefeituras que receberam médicos do Provab 2014, que termina em fevereiro, e aquelas de municípios com maior vulnerabilidade econômica e social.

    Tiveram prioridade, por exemplo, as cidades com 20% da população em extrema pobreza, com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo, localizadas no semiárido, nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira e nas periferias de capitais e regiões metropolitanas.

    O Ministério da Saúde também deu prioridade à expansão do programa para os distritos indígenas.

    Criado em 2013, o programa levou médicos a 3.785 municípios, o que corresponde a 68% das cidades do país. Os 34 Distritos Sanitários Indígenas também receberam profissionais.

    Os médicos com registro no Brasil poderão se inscrever até amanhã (29).

    publicidade
    Pet Stop

    janeiro28

    Bom volume de milho exportado em janeiro

    As exportações brasileiras de milho estão aquecidas. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), até a quarta semana de janeiro foram embarcadas 2,79 milhões de toneladas do grão.

    A média diária foi de 174,31 mil toneladas exportadas, 12,6% mais em relação a dezembro de 2014 e 31,1% mais na comparação com o embarcado em janeiro do ano passado.

    Se o ritmo continuar, o país deverá exportar 3,85 milhões de toneladas este mês, frente as 3,40 milhões de toneladas embarcadas em dezembro do ano passado. Apesar do bom ritmo das exportações e redução da área plantada na safra de verão no país, os estoques elevados e o início da colheita pressionam os preços do milho para baixo. (Scot Consultoria)

    publicidade
    Agronorte

    janeiro28

    Jovens usam anestésicos para cavalo como entorpecente


    Segundo usuários, droga dá a sensação de saída do corpo

    A quetamina, Special K ou, simplesmente, “K” - medicamento veterinário usado para fins anestésicos, com efeito hipnótico - não é uma substância recém-descoberta. Em 2001, a banda inglesa Placebo já comparava o uso da droga por humanos a uma decepção amorosa em sua canção "Special K", descrevendo a impotência do usuário diante da ação da substância: “Estou na areia movediça. Gravidade. Sem escapatória, gravidade”. Embora popular nas raves da Europa, o uso da droga sintética é um fenômeno recente no Brasil - e já levanta um alerta sobre a recente onda de consumo entre os jovens do Recife.

    Em conversa com duas pessoas que já utilizaram o medicamento como droga recreativa declararam que, entre outros efeitos, a quetamina proporciona a sensação de perda de controle do próprio corpo. A venda ilegal da substância - capaz de anestesiar quatro cavalos com apenas um vidro - culminou na prisão do veterinário Alberto da Costa Campos Neto, de 44 anos, detido em um estacionamento na Avenida Rosa e Silva, Zona Norte do Recife, na última sexta-feira (23).

    O veterinário foi abordado e detido ao tentar repassar mais de 400 comprimidos do anestésico. De acordo com o gestor do Departamento de Repreensão ao Narcotráfico (Denarc), Leonardo Freire, o suspeito já teria dado indícios de que estava em posse de drogas e a polícia já tinha algumas informações, bem como suas características. “Durante a abordagem dos policiais ele já foi mostrando a substância e informando que se tratava de ecstasy. Já no departamento, fizemos alguns exames com a perícia e foi identificada a substância quetamina, que ele só deveria vender sob retenção de receita. Por este motivo, ele foi autuado por tráfico de entorpecentes”, contou. De acordo com Leonardo, a substância, vendida originalmente em forma líquida, foi apreendida pela primeira vez em Pernambuco sob a forma de comprimidos. O caso só foi divulgado pela polícia na terça (27).

    Campos Neto foi encaminhado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

    “Na realidade, como toda substância farmacêutica, essa droga purificada se apresenta como um pó branco. Ele possivelmente utilizou-se desse pó branco, empregando os conhecimentos que tem - por ser veterinário e ter a possibilidade de adquirir a droga legalmente -, aglutinou mais algumas substâncias, colocou um corante, prensou em uma prensa para comprimidos artesanal e estava repassando como ecstasy”, explicou o perito criminal Adenaule Geber de Melo.

    Embora o gestor da Denarc acredite que a droga viesse a ser comercializada em raves, camarotes e festas durante o Carnaval, uma das fontes, que pediu para não ser identificada, garantiu que a quetamina está sendo utilizada como droga recreativa em qualquer circunstância: “Não existe um motivo para usar, eles usam até em casa, quando não estão fazendo nada”, contou a personagem do vídeo desta reportagem.

    Nossa equipe tentou comprar a quetamina em pet shops e lojas veterinárias na Avenida Caxangá, na Zona Oeste da capital pernambucana, porém, os estabelecimentos que trabalhavam com a droga alegaram que não a venderiam sem prescrição médica.

    SINTOMAS - Diferente do ecstasy, o “K” é um anestésico e não causa o mesmo efeito de excitação, mas sim de depressão. Ambas produzem alucinações, que é o efeito procurado entre os usuários. “Essa alucinação pode ser auditiva, ou seja, você escutar sons que não existem; táteis, promovendo sensações que não existem na pele; ou visuais, provocando visões que não são reais e que podem até desencadear um acidente”, expôs Adenaule. A quetamina induz um estado psicótico que se assemelha a casos de esquizofrenia. O perito alerta que muitos usuários utilizam a substância unicamente para “desfrutar” dos efeitos alucinógenos. No entanto, a droga, bastante potente, causa depressão profunda e pode provocar coma ou, até mesmo, a morte do indivíduo por parada cardíaca ou respiratória.

    TRÁFICO - Uma das formas mais comuns de comercialização da droga em Pernambuco é feita pelos próprios usuários. “Um compra a ampola em uma clínica veterinária, prepara, e aí eles vão distribuindo entre si”, contou uma fonte. De acordo com o gestor da Denarc, o comércio ilícito da droga é considerado tráfico de entorpecentes e está previsto na lei 11.343 art. 33, podendo gerar uma pena de 5 a 15 anos de prisão. “Uma pessoa pode ser presa em flagrante repassando a droga, mesmo que de forma gratuita”, complementa Leonardo. (NE10)

    publicidade
    Marcelo Abdon

    janeiro28

    PF vai investigar mais dez empreiteiras na Lava Jato

    A Polícia Federal (PF) abriu mais dez inquéritos para investigar empresas suspeitas de participar do esquema de corrupção em contratos com a Petrobras.

    Por determinação do delegado Eduardo Mauat, chefe da investigação da Operação Lava Jato, a PF vai investigar possível envolvimento de diretores e funcionários nos desvios.

    De acordo com a PF, serão investigadas as empreiteiras Andrade Gutierrez, Setal Engenharia, MPE Montagens e Projetos Especiais, Alusa Engenharia S/A, Promon Engenharia, Techint Engenharia e Construção S/A, Skanska Brasil, GDK, Schahin Engenharia e a Carioca Christiani Nielsen Engenharia.

    Na última fase da Operação Lava Jato, executivos das empreiteiras Engevix, OAS, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, Camargo Correa e UTC Engenharia se tornaram réus em ações oriundas das investigações da PF.

    De acordo com depoimentos de delação premiada, as empresas são acusadas de formação de cartel em contratos com a Petrobras.

    janeiro28

    Em duas décadas, fiscais resgataram do trabalho escravo quase 50 mil pessoas

    As operações de fiscalização contra o trabalho escravo ou análogo à escravidão resgataram, em duas décadas, mais de 47 mil trabalhadores submetidos a condições degradantes e a jornadas exaustivas em propriedade rurais e em empresas localizadas nos centros urbanos.

    De acordo com dados da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, desde 1995, quando o país reformulou seu sistema de combate ao trabalho escravo contemporâneo, foram realizadas 1.724 operações em 3.995 propriedades e aplicadas multas indenizatórias cujo valor supera os R$ 92 milhões.

    Em 1995, o Brasil reconheceu a existência e a gravidade do trabalho análogo à escravidão e implantou medidas estruturais de combate ao problema, como a criação do Grupo de Fiscalização Móvel e a adoção de punições administrativas e criminais para empresas e proprietários de terra flagrados cometendo esse crime. A política também criou restrições econômicas a cadeias produtivas que desrespeitam o direito de ir e vir e submetem trabalhadores a condições de trabalho desumanas.

    Passados 20 anos da adoção de medidas que intensificaram o combate ao trabalho escravo, o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo, do Ministério da Trabalho, Alexandre Lyra, disse à Agência Brasil que houve uma migração do ambiente onde se pratica esse tipo de crime, das zonas rurais para as cidades.

    “No ano passado, por exemplo, fizemos resgate em navio de cruzeiro de 11 tripulantes submetidos a jornada exaustiva. Temos agora a construção civil que, em 2013, foi o que mais apresentou resultado, temos o setor têxtil, em São Paulo. Então, temos uma mudança no ambiente em que está ocorrendo esse trabalho, mas a fiscalização, após 20 anos, está preparada para atuar”, disse Lyra.

    Para ele, a aprovação da Emenda Constitucional do Trabalho Escravo pelo Congresso foi mais um avanço. Lyra, contudo, alertou para a importância da regulamentação da emenda e para a possibilidade de mudança no atual conceito de trabalho análogo à escravidão. Com a migração da prática do trabalho escravo do campo para as cidades, frisou, caracterizar esse crime apenas pela restrição de liberdade, como querem alguns setores no Congresso, em especial a bancada ruralista, seria um “retrocesso”.

    “O que a bancada ruralista quer, agora com o apoio de outros setores, como o da construção civil, é que o trabalho escravo fique tão somente caracterizado quando houver a supressão de liberdade, que é uma ideia antiga, que perdurou até 2003, quando houve uma inovação legislativa na qual foram ampliadas as hipóteses de trabalho análogo ao de escravo no Código Penal”, alertou.

    “Essa ideia de que trabalho escravo é apenas supressão de liberdade, vigilância armada e impossibilidade de ir e vir não encontra mais respaldo nas caracterizações atuais. Então, esvaziando do conceito do trabalho análogo ao escravo a condição degradante e jornada exaustiva, pouco sobrará.”

    Para o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo, o país ainda deve lamentar a existência do trabalho escravo, mas também reconhecer que houve avanços na enfrentamento do problema.

    “Não podemos dizer que a situação está resolvida, mas avançamos muito desde 1994, 1995. Hoje, estamos muito mais organizados, muito mais articulados, mas ainda temos um caminho muito longo. Temos que lamentar o fato de um país rico como o nosso ainda ter uma chaga desse tamanho, que é o trabalho escravo contemporâneo, mas comemora-se [o combate ao crime]."

    Para ele, a articulação entre os diversos órgãos públicos e organizações da sociedade civil possibilitou ao país o reconhecimento e o respeito mundial no que diz respeito ao combate a esse crime. Ainda segundo ele, a criação do grupo móvel de fiscalização e o lançamento do plano de erradicação do trabalho escravo foram “fundamentais” e “contribuem para um avanço significativo" no enfrentamento do problema.

    Hoje (28), Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, Lyra lembrou que qualquer pessoa pode denunciar situações em que um trabalhador esteja submetido a situações degradantes usando o Disque 100. “Esse é o meio mais democrático, mas temos também a Comissão Pastoral da Terra, o Ministério Público do Trabalho ou os próprios postos do Ministério do Trabalho nos estados, basta discar 100 que um atendente especializado vai atender a denúncia.” (Agência Brasil)

    janeiro28

    Campanha mostrará que uma vida saudável pode combater o câncer

    A partir de hoje (28), a Fundação do Câncer desenvolve no Brasil campanha mundial com alertas que podem ajudar a combater um terço dos casos da doença. O movimento, que vai ocorrer nas redes sociais, tem como tema “Está ao nosso alcance”. Ele precede o Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado em 4 de fevereiro.

    De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 576 mil brasileiros descobriram estar com a doença em 2015.

    Segundo Celso Rotstein, oncologista consultor da Fundação do Câncer, a doença é um fenômeno complexo causado pela junção de diversos fatores, inclusive genéticos, mas as pessoas podem fazer muito para evitá-la. Entre esses fatores estão o tabagismo, a obesidade e o sedentarismo, que podem ser contornados por cada um.

    Criada pela União Internacional de Controle do Câncer, a campanha vai ressaltar que pelo menos um terço dos casos mais comuns da doença pode ser prevenido por meio da redução do consumo de álcool, de dietas mais saudáveis e do aumento da atividade física. O índice de cânceres que podem ser prevenidos ao parar de fumar chega a 50%.

    Rotstein conta que estudos já relacionam o consumo de gordura, por exemplo, em carnes e frituras aos cânceres de próstata, do reto e do intestino. Também existe a relação entre o câncer de mama e a obesidade.

    Até o dia 4 de fevereiro, a página da fundação no Facebook vai publicar informações para estimular uma vida saudável, a detecção precoce da doença, o alcance do tratamento para todos e a potencialização da qualidade de vida.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, no mundo, 22 milhões de pessoas deverão descobrir que têm câncer em 2022 – quase o dobro dos 14,1 milhões diagnosticados em 2012. As mortes, que chegam a 8,2 milhões por ano, devem subir para 13 milhões. A OMS prevê ainda que as nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, serão as mais afetadas. (Agência Brasil)


publicidade