Natal(RN), Sexta-Feira, 28 de Agosto de 2015

    agosto19

    Quadrilha explode caixa de banco e atira em carro da PM no interior do RN

    Agência ficou parcialmente destruída com a força da explosão (Foto: Júlio França)

    Criminosos explodiram um caixa da agência do banco Bradesco na madrugada de hoje (19) na cidade de Barcelona, distante 90 quilômetros de Natal. Um carro da Polícia Militar foi atingido por disparos feitos pela quadrilha. Ninguém foi preso.

    O crime aconteceu por volta das 2h15. De acordo com o sargento José Lopes, da PM de Santa Cruz, os criminosos usaram explosivos na ação. Parte da agência ficou destruída com a força da explosão. Na fuga, a quadrilha efetuou vários disparos contra o carro de uma equipe de policiais. Os vidros do veículo ficaram destruídos.

    Vários grampos foram colocados pelos bandidos na entrada da cidade. "Eles estavam em um carro e saíram atirando pelas ruas. Eles colocaram os grampos para impedir a perseguição", disse o sargento. A quadrilha conseguiu fugir.

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    agosto18

    Cardozo determina que PF investigue violação de dados sigilosos de Lula

    O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou hoje (18) que a Polícia Federal (PF) investigue a possibilidade de violação de sigilo legal de dados bancários da empresa LILS, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por uma reportagem da revista Veja, publicada no último final de semana.

    Segundo a reportagem, a LILS arrecadou R$ 27 milhões em quatro anos, conforme relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), repassados aos investigadores da Operação Lava Jato obtidos pela revista.

    Na reportagem, a revista afirma que o documento do Coaf cita as empresas Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e Camargo Corrêa, todas investigadas pela Lava Jato, como responsáveis por cerca de 30% dos valores repassados à empresa do ex-presidente.

    Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Instituto Lula disse que não vai se manifestar sobre o conteúdo da reportagem nem sobre o pedido de investigação a respeito do vazamento de dados do Coaf.

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    agosto18

    Portarias autorizam atuação da Força Nacional no Pará e Rio Grande do Norte

    O Ministério da Justiça autorizou a atuação da Força Nacional de Segurança Pública em Altamira, no Pará, em apoio ao Departamento de Polícia Federal. Os homens vão atuar para garantir a segurança das pessoas, do patrimônio e a ordem pública na região onde servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) fazem trabalhos de levantamento fundiário.

    A autorização está em portaria publicada na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União e prevê a atuação da Força Nacional no estado pelo período de um mês. O texto diz que o prazo de permanência pode ser prorrogado, se necessário.

    Outra portaria do ministério prorroga por 180 dias a atuação da Força Nacional no Rio Grande do Norte para prestar apoio técnico operacional em aviação policial. O pedido de prorrogação foi feito pelo governador do estado, Robinson Faria.

    A portaria que autoriza a permanência dos militares no Rio Grande do Norte informa que o número de profissionais disponibilizado pelo ministério obedecerá ao planejamento acertado pelos entes envolvidos na operação. O prazo pode ser prorrogado.

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    agosto17

    Guarda Municipal de Natal detém fugitivo da justiça na Praia do Meio

    Uma guarnição da Ronda de Proteção Escolar da Guarda Municipal do Natal (ROPE/GMN) deteve na tarde da última sexta-feira (14), o fugitivo da justiça Dalgoberto Felipe Sabino de Oliveira, 27 anos. A prisão aconteceu nas imediações do prédio onde funciona a Secretaria Municipal de Educação de Natal, na Praia do Meio.

    De acordo com os guardas municipais que realizaram a prisão, Dalgoberto circulava na área em atitude de suspeição e por meio de uma denúncia de populares os agentes resolveram realizar uma busca na região no intuito de localizar o suspeito. A guarnição identificou o acusado e o abordou realizando uma busca pessoal e após análise da identificação do suspeito foi comprovado que contra ele pesava um mandado de prisão.

    O titular da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes), Osório Jácome, informou que a prisão é resultado da ampliação do patrulhamento da Guarda Municipal na região de Areia Preta e Praia do Meio, determinado pela Semdes ainda no mês de junho. “Tivemos notificações de roubos naquele setor e decidimos fortalecer a segurança colocando uma viatura da Guarda Municipal para atender ocorrências exclusivas dali, e hoje, juntamente com outras forças de segurança, já conseguimos diminuir os delitos na área”, explicou.

    Os guardas municipais conduziram Dalgoberto Felipe Sabino de Oliveira até a Delegacia de Plantão onde foi realizado os procedimentos de captura, ficando o acusado à disposição da justiça.

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    agosto17

    Lula teria recebido pagamento de R$ 10 milhões de empresas investigadas na Lava Jato, segundo a Veja

    Um grupo de empresas investigadas na operação Lava Jato por corrupção teria sido responsável pelo pagamento de R$ 10 milhões ao ex-presidente Lula. Esse montante representa 37% do total de R$ 27 milhões do faturamento registrado da LILS, empresa que leva as iniciais do ex-presidente e gerencia as palestras realizadas pelo político.

    As empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e Camargo Corrêa encabeçam a lista. As informações foram publicadas na edição desta semana da revista Veja.

    No dia 15 de junho, a PF (Polícia Federal) registrou em um grampo uma conversa entre o ex-presidente Lula e o executivo da Odebrecht Alexandrino de Salles Ramos Alencar. No diálogo, realizado quatro dias antes de Alencar ser preso na Lava Jato, Lula aponta estar preocupado com “assuntos do BNDES”. O alvo do grampo era o executivo, e não o ex-presidente.

    Lula registra diversas viagens realizadas com Odebrecht e Camargo Corrêa para diversos países da América Latina e África em busca de novos negócios para as empreiteiras.

    agosto17

    Quatro detentos são mortos durante briga de facções em presídio no RN

    Policiais militares e agentes penitenciários retomaram o controle da Cadeia Pública de Caraúbas (Foto: Divulgação/PM)

    Quatro presos foram mortos e quatro feridos ontem (16), durante uma briga entre membros de facções criminosas rivais dentro da Cadeia Pública de Caraúbas, na região Oeste do Rio Grande do Norte.

    Os mortos foram identificados como Antônio Edigleidson de Souza, o Ceará, de 27 anos; Genilson Bezerra de Oliveira, mais conhecido como Assuzinho ou Quinho, de 36 anos; Gledstone Clementino Araújo, chamado de Jacaré, de 36 anos; e João Paulo Silva Dias, o JP, de 38 anos.

    O confronto começou por causa da transferência de um interno que faz parte de uma facção para uma ala que é dominada por um grupo rival. Ainda na noite do sábado (15), este preso que iria trocar de pavilhão foi levado para o setor de triagem. Lá ele foi reconhecido pelos rivais e acabou sendo agredido. Os agentes o devolveram para a ala de onde ele havia saído e os demais detentos ficaram sabendo que ele havia apanhado. Daí, já no final da manhã deste domingo, os presos quebraram as grades das celas e partiram para vingar o colega. Foi quando houve o confronto", explicou o delegado Erick Gomes. "Depois, houve uma negociação com a presença de representantes da OAB e o controle da unidade foi retomado", acrescentou.

    Mais cedo, também em contato com o G1, a diretora da unidade havia dito que os internos só encerrariam a rebelião com a presença de representantes da comissão de Direitos Humanos da OAB. “É o que eles querem, uma garantia de que terão a integridade física resguardada", disse Ivna Benevides.

    Ainda de acordo com o delegado, os presos feridos foram socorridos ao hospital da cidade e devem ser ouvidos no início da semana. "Agora iremos trabalhar para identificar os responsáveis pelas mortes. Quatro pessoas foram assassinadas. Os que sobreviveram podem colaborar com as investigações. Pelo menos é o que nós esperamos. Também vamos ouvir, já nesta segunda (17), a direção da cadeia e os agentes penitenciários", acrescentou Erick Gomes.

    A Cadeia Pública de Caraúbas tem capacidade para 96 internos, mas atualmente possui 170 presos. A unidade, que em maio foi parcialmente interditada pela Justiça, encontra-se impedida de receber novos apenados. (G1RN)

    agosto15

    Hospital do RN vai afastar motorista de ambulância preso por embriaguez

    A direção do Hospital Ruy Pereira abrirá um processo administrativo para apurar o caso do motorista que foi preso por dirigir uma ambulância sob efeito de álcool na madrugada de hoje (15) no bairro Tirol, na Zona Leste de Natal. Em nota, o hospital informou que o funcionário será afastado do trabalho.

    “Aqui no Ruy Pereira nós orientamos a todos os funcionários sobre a questão na conduta no trabalho e no zelo pelos equipamentos. No caso desse motorista foi uma total irresponsabilidade o que aconteceu. Ele será afastado do trabalho e vamos abrir um processo administrativo para apurar responsabilidades", disse o diretor.

    O diretor-administrativo do Ruy Pereira, Graciliano Sena, esclareceu que o motorista é do hospital, mas estava a serviço do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, também em Natal. A ambulância estava com a documentação atrasada desde 2010 e foi recolhida para o pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). O veículo também pertencia ao Hospital Ruy Pereira e estava cedida ao Hospital Walfredo Gurgel.

    O capitão Styvenson Valentim, coordenador da operação Lei Seca, explicou que a ambulância não tinha pacientes no momento da abordagem."O homem chegou a me pedir para liberar, mas como posso punir o cidadão comum e deixar o Estado impune? O Estado é que tem de dar o exemplo", afirma.

    Além do motorista, outras dez pessoas foram presas durante a blitz por estarem dirigindo sob efeito de álcool. A operação também registrou 47 multas administrativas por embriaguez ao volante. (G1RN)

    agosto12

    Jornalista que mora em Natal denuncia ter sofrido violência sexual em voo para Londres

    Juliana Holanda, 33, denuncia violência sexual durante voo entre Etiópia e Inglaterra

    Durante 38 dias, a jornalista Juliana Holanda, 33 anos, guardou para si as cenas de um dos piores momentos que passou na vida. Chegou a comentar o que aconteceu apenas com parentes e amigos próximos. Mas no começo desta semana, ela decidiu tornar pública a violência sexual que sofreu dentro de um avião da empresa Ethiopian Airlines.

    "Passei alguns dias até ter coragem de escrever esta história. Sei que é muita exposição, mas é um absurdo que as mulheres continuem sendo tratadas desta forma em pleno século 21. Até quando seremos silenciadas diante de abusos e de agressores?". É assim que ela começa um relato sincero e de revolta, publicado em seu perfil no Facebook, sobre o que ocorreu em 3 de julho deste ano.

    A pernambucana conta que viajava de Natal, onde mora, para Londres (Inglaterra), para participar de um curso de qualificação profissional. A violência aconteceu, segundo ela, no voo ET 700 que saiu de Addis Ababa (Etiópia) em direção à capital inglesa.

    "Eu estava viajando há mais de 24 horas e, apesar de cansada, não consegui dormir no voo. Fiquei apenas de olhos fechados, escutando música. Foi a minha sorte. Eu estava na poltrona da janela. Algumas horas após a decolagem, as luzes estavam apagadas. O homem que estava ao meu lado começou a se masturbar virado para a minha direção. Notei o movimento da cadeira e abri os olhos sem acreditar no que estava acontecendo. Nesse momento, ele estava tentando pegar em mim", ela afirma.

    A jornalista lembra que se levantou e foi pedir ajuda à tripulação. Ela teve de insistir para falar com o responsável pelo voo e mudar de poltrona. "Comecei a chorar de susto, raiva, vergonha, impotência, tudo misturado", diz.

    "[A responsável pelo voo] começou a me perguntar o que tinha acontecido, ali mesmo, na frente das pessoas. Eu expliquei. Ela perguntou se eu tinha testemunhas. Eu disse que as luzes estavam apagadas e as pessoas ao redor estavam dormindo. Ela disse que, sem testemunhas, ela não poderia fazer nada."

    "É revoltante que uma empresa não respeite os direitos da mulher e que diga que só agiria se tivesse ocorrido um estupro", critica Juliana, em conversa com a reportagem do UOL.
    Polícia

    A jornalista prestou queixa na polícia ao chegar a Londres. Ela soube que o suspeito foi identificado, detido e levado à delegacia, mas foi liberado após dizer, em depoimento, que passou o voo dormindo.

    Juliana tentou entrar em contato por e-mail com a companhia aérea. "Não tive nenhuma resposta oficial da empresa. Apenas um funcionário ficou consternado com a situação e me escreveu pedindo desculpas", conta.

    No último dia 30, ela recebeu uma mensagem da empresa, que responsabilizou a passageira pelo que ocorreu. "Recebi um e-mail da empresa dizendo que a culpa era minha porque eu que não quis chamar a polícia nem levar o caso adiante." Juliana pretende acionar a Justiça contra a companhia.

    O escritório brasileiro da Ethiopian Airlines lamentou o ocorrido. "Infelizmente, não temos como controlar as atitudes dos passageiros a bordo. Porém, já acionamos a matriz em Addis, uma vez que o voo não envolveu o Brasil, a fim de entender exatamente o que aconteceu", diz a empresa em um comunicado.

    Violência sexual

    Apesar de não ter havido contato físico, a jornalista foi vítima de violência sexual, segundo Ana Rita Souza Prata, coordenadora auxiliar do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública de São Paulo. (UOL)

    agosto12

    Cocaína do Brasil confiscada em aeroporto de Marrocos

    A polícia marroquina deteve ontem (11), no aeroporto Mohammed V de CasaBlanca, uma cidadã de Serra Leoa em posse de quase 10 quilos de cocaína, segundo carregamento deste tipo após os 21 quilos achados no sábado em posse de dois passageiros de Guiné-Bissau.

    Segundo um comunicado da Polícia marroquina divulgado hoje (12), a leonesa, de 39 anos e que se dirigia a Monróvia, tinha distribuído a cocaína em dez frascos de perfume, o mesmo "modus operandi" que o usado no sábado pelos guineanos.

    Em ambos os casos, os viajantes tinham chegado a Casablanca procedentes de São Paulo e estavam em trânsito para outras capitais africanas.

    O voo entre São Paulo a Casablanca é o único direto entre a América do Sul e uma cidade marroquina, e se tornou uma rota de transporte para os pequenos traficantes de cocaína.

    Só no mês de junho foram detidas nesse mesmo aeroporto quatro pessoas com diferentes carregamentos de cocaína. (EFE)


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